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Reunião
do dia 28/09/07 – 5ª reunião grupo Fortaleza.
O encontro deu-se NO DRAGÃO DO MAR, as 18h45hs.
Participaram deste encontro: Rita, Rose, Herlon, Márcia e a seu convite,
seu esposo, Wilson.
Enquanto aguardávamos a Márcia, conversamos sobre o Ucem, sobre
perdão, sobre pescaria (risos), sobre ho’oponopono e enfatizamos
a importância da pratica do livro de exercícios.
Quando a Márcia e Wilson chegaram, no deslocamos da entrada do Dragão
do Mar, e procuramos um local onde pudéssemos sentar, ler e discorrer
um pouco sobre o texto e nossas experiências.
Rose leu o texto da pág. 07 e 08. Não discorremos sobre revelação,
mas principalmente sobre o perdão, sentimento X percepção.
“O milagre minimiza a necessidade de tempo.(...) copsando-o.”
A Marcia e o Marido, na verdade, estudão juntos o Ucem. Como eu (Rita)
havia enviado um ebook sobre o ho’oponopono, ela estava animada com
a questão do perdão, que é verdadeiramente a questão
central do UCEM. E também não deixa de ser o Milagre em si mesmo,
como o amor também é o milagre em si mesmo.
Márcia citou um exemplo maravilhoso: sobre perdão, milagre e
mudança de percepção.
Ela contou uma fato que sua mãe lhe relatou: “uma senhora, amiga
de sua mãe, ia caminhando quando um assaltante roubo-lhe o cordão.
Relatou a senhora a sua mãe, que naquele momento ela olhou o assaltante
não conseguiu ter nenhum sentimento ruim a respeito, raiva, nada. (...)
Márcia. Interrompeu a mãe e disse: o assaltante devolveu o cordão.
Exatamente, naquele momento o assaltante devolveu o cordão.”
Conclusão, a senhora só conseguiu vê no rapaz a face Cristo.
E então se deu o milagre, a correção da percepção.
Não houve palavras, nada. Apenas na mente o fato se deu.
Esse foi um exemplo muito forte da mudança de percepção.
Herlon deu continuidade a leitura do item III-Expiação e Milagres.
Após a leitura deste item discoremos sobre a necessidade de não
direcionarmos o pedido de milagres, oferecendo a quem sabe mais (Jesus Cristo
ou o Espírito Santo) esse direcionamento.
Porque não direcionar? Porque não sabemos todos os fatores envolvidos.
Esta escrito no livro texto, pág 9, item 4, “³Pergunta a
mim quais os milagres que deves apresentar.” Deixando claro que devemos
pedir a Cristo ou ao ES um direcionamento.
Na pág 11,”4ainda são expressões do teu próprio
estado de graça, mas o aspecto de ação do milagres deve
ser controlado por mim, devido a minha completa consciência de todo
o plano.”
Rose perguntou se Herlon, que tinha levantado a questão havia compreendido,
e ele informou que só estava querendo saber se a nossa compreensão
era semelhante a dele, e era.
Então, eu citei o exemplo familiar: Meu irmão engravidou a namorada,
ambos ainda adolescentes, um com 17 e o outro com 16 anos. Minha mãe
chorava e reclamava o acontecido. E vindo a mim, disse-lhe que ela não
deveria esta a reclamar, mas entregar a Deus, pois, talvez, isso seria realmente
bom para ambos, embora naquele momento a dor e a angustia não nos deixasse
ver. E ela se aquietou. E de fato o tempo mostrou que foi algo bom. Meu irmão
que era um irresponsável de carteirinha, terminou os estudos, com os
quais ela não queria nada. Arrumou um trabalho, e dedicasse a crescer
e prosperar. O filho deu um novo sentido a sua vida.
O Wilson, falou também. A grande questão dele é: se tudo
é escolha nossa, porque escolhemos um mundo tão cheio de miséria,
dor sofrimento, guerra?
Bem, podemos escolher diferente.
Mas a quem essencial do Wilson, era o que nos levou a separação,
a fragmentação?
Embora eu ache que esse não é o tema central do livro, e o Herlon
tenha dito que a biblioteca esta cheia de livros a cerca disso, e que essa
é uma grande questão filosófica.
A Rose sugeriu uma resposta. Deus nos criou como ele mesmo. E assim o fez
para experimentar novas coisas. E nos escolhemos esquecer, para poder viver
a experiência profundamente, e então lembrar-mos do Pai e retornar,
de onde de fato jamais saímos, pois não existe vida fora do
Pai.
Segundo o livro, este “sonho” é um lapso. O tempo não
existe, só a eternidade. E Deus não toma conhecimento do que
acontece por aqui. Porém, sua resposta a nosso sonho, foi o Espírito
Santo.
Quanto a mim, não acho a questão muito relevante, porém
tinha algo a dizer: Que a medida que fazemos os exercícios, e vamos
exercitando nossas mentes, as experiências vão nos mostrando
uma nova face do mundo. Não é algo que se possa explicar. Mas
o livro passa a fazer sentido. O perdão experimenta nos mostra coisas
novas, milagres. E isso vai nos deixando seguro. Nos vamos percebendo que
podemos fazer novas escolhas.
Nas palavras do Herlon, é como se fossem computadores. Precisamos formatar
o HD, e reinstalar o sistema, e depois pegar no tranco.
Os exercícios nos levam a apagar o sistema e inserir uma nova forma
de ver as coisas. Uma forma perdoada. O que estamos fazendo agora é
isso mesmo. Aprendendo o novo sistema.
E eu continuo dizendo que; devemos olhar as coisas procurando o bem, o melhor,
a essencial, que é Deus mesmo. Como a Rose disse Deus esta em todas
as coisas. Então temos que aprender a ver assim, não interessa
se é assaltante, menino de rua, patrão, filho, marido, amigo...
todos são a face de Cristo.
Nós devemos fazer o céu na terra através de nossas novas
escolhas. E como a senhora que olhou o assaltante e não pode ver nada
de mal nele, assim nós temos de olhar para o mundo e compreender que
não há nada de mal nele. Se existe algo nele que não
é bom, está em nossa mente, e é lá que devemos
aplicar o perdão.
Creio que escrevi muitas coisas com minhas próprias palavras. Mas este
encontro foi muito produtivo. Aos poucos vamos nos dando conta que o mundo
real é um mundo interior. E que esse mundo se revela diante de nós
por nossas crenças.
Como diz o livro todos iremos despertar, nosso livre arbítrio só
esta em escolher quando?
Contamos com a presença de todos na próxima reunião,
a se realizar, dia 26/10.
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