UM CURSO EM MILAGRES
11 DE ABRIL DE 2005
2ª FEIRA

Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil.
Eu estou aqui para representar Aquele Que me enviou.
Eu não tenho que me preocupar com o que dizer ou o que
fazer, porque Aquele Que me enviou me dirigirá.
Eu estou contente em estar aonde quer que Ele deseje,
sabendo que Ele vai comigo.
Eu serei curado na medida em que eu permitir que Ele
me ensine a curar.

Princípio 25
Milagres são parte de uma cadeia interligada de perdão que, quando completa, é a Expiação. A Expiação funciona durante todo o tempo e em todas as dimensões do tempo.

Jorge: A Expiação é o princípio, o milagre é o meio e o resultado é a cura. Todo processo começa quando você tem a intenção de fazer a Expiação. Quando uma pessoa tem a intenção de fazer a Expiação o Espírito Santo proporciona a oportunidade para que isso aconteça. Esta oportunidade para que aconteça o perdão é o milagre. Por exemplo: Estou devendo desculpas ao Álvaro e de repente me proponho, intensamente, a corrigir isso, a fazer a Expiação. O Espírito Santo coloca o Álvaro na minha frente. Então o milagre é parte da cadeia interligada de perdão.

Tudo o que nós fazemos não se restringe só a duas pessoas. Por exemplo: Se eu não pago o aluguel este mês, a pessoa que vai deixar de receber o aluguel, vai deixar de pagar uma conta e quem não recebe o dinheiro daquela conta deixa de fazer uma coisa. Então, quando uma das pessoas quebra, cria uma cadeia de desalinhamento e desajuste.

Uma história:

Tem uma música do Chico Buarque, me parece que chama Ópera do Malandro.

É assim: O malandro entra num bar, senta, toma cachaça e sai sem pagar..

O garçom, que não ganha comissão, de passagem pelo caixa, vai lá e dá uma baixa..

O português, porque deu prejuízo, lesa o fisco naquele mês...

Como não foi pago o imposto, o governo não paga a parcela da dívida com o Fundo Monetártio Internacional...dá um conflito internacional...daqui a pouco o mundo inteiro está em conflito por causa daquele gesto, de repente está todo mundo brigando...chega o malando, que não pagou a cachaça, e todo o mundo sai correndo atrás dele...Pega ladrão!!! Pega ladrão!!

Cada erro que nós fazemos, gera uma cadeia de erros.

Você chega aqui quer me xinga, você não pode me xingar porque eu sou mais forte, sabe que se me xingar vai apanhar. Então, você sai e ‘engole aquele sapo’, quando você chega em casa briga com o teu filho. O filho por causa disto, briga com o filho do vizinho, este com o outro vizinho. Vemos, então, que cada coisa que a gente faz não fica parada, não é uma coisa isolada.

‘Milagres são parte de uma cadeia interligada de perdão’. Você está fazendo a tua parte. Eu estou indo lá me reconciliar com você. Agora que me reconciliei com você começa a se habilitar e entra nesta cadeia de perdão. Quando uma pessoa pede perdão para outra, movimenta a roda num sentido. ‘O Jorge me xingou, por causa daquilo eu xinguei o João’, quando toda essa cadeia interligada de perdão se completar, isto é Expiação.

Não pense que a coisa é tão simples ‘faço uma coisa errada, vou lá e peço perdão e pronto! Já estou de volta! Já resolvi tudo! Já estou no Céu!’

Não é assim! Você tem que esperar que toda a cadeia se complete! Tudo tem que ser reajustado. Dentro do tempo e em todas as dimensões do tempo esta cadeia interligada de perdão funciona o tempo todo. Quando você movimenta o perdão numa direção você vai movimentar todo o universo, da mesma forma que você movimenta no sentido invertido quando magoa alguém.

Cada um tem que fazer a sua parte, enquanto todo mundo envolvido naquela questão, não conseguir se liberar, você ainda estará preso de alguma maneira. Tem que esperar todos os envolvidos naquela questão se perdoarem, quando o último perdoar, todos podem ir para o Céu. Isso está na teoria da reprodução das espécies. As famílias tem que se reconciliar primeiro.

Funciona o tempo inteiro em todas as dimensões do tempo. Isso quer dizer assim: ‘Mas o fulano já morreu’, ele está numa outra dimensão, mas está preso ao tempo por aquela pendenga que ficou pendente. Isto não tem a menor importância, vai resolver esteja a pessoa onde estiver. A tua intenção movimenta o universo inteirinho, cada pensamento teu movimenta todo o universo.

Você sabe que tudo que está no físico é instrumento de aprendizado, porque o que está em cima é igual ao o que está em baixo. Aprendemos na matéria que é mais denso, é mais fácil de aprender com isso, mas depois nós transpomos este aprendizado para o nível mental e espiritual, eles funcionam da mesma maneira.

...cientistas chegaram a conclusão que, se uma borboleta bater as asas na China, o movimento das suas asas, pode causar, em cadeia, um furacão em Miame.

Como é que nós geramos as coisas? Tudo o que nós fazemos, fazemos por pensamentos, palavras, ações e omissões. Quando você muda as suas idéias, muda toda uma cadeia. Muda primeiro toda a tua genética para trás e para frente. Quando uma pessoa de uma família muda, ela leva toda a família junto. Tem experiências científicas que comprovam isto. Você está ligado a uma informação genética, o teu DNA, lá tem um ponto, que é a parte indivisível da matéria, a partícula sub-atômica chamada ‘fóton’, que em grego significa luz.

Essa nossa parte luz é a base de toda a energia de toda a matéria. Toda a matéria é instável, porque a luz não é estável.

Os cientistas separaram esta partícula sub-atômica, que é um ponto de luz ou fóton, e colocaram com o DNA de uma pessoa dentro dum tubo de ensaio e levaram este tubo de ensaio a 80 quilômetros de distância para ficar observando o que acontecia. Instruíram a pessoa para pensar em alguma coisa triste, observaram que a luz se desalinhava da partícula do DNA. Quando pediram para a pessoa ter sentimentos de alegria, de felicidade, a luz se alinhava com a matéria, o DNA da pessoa.

Então, o teu DNA não precisa estar junto de você, pra você modificar. O que é o DNA? É o código genético! Primeiro o código genético forma a linha familiar. Se você começa a evoluir, se você começa a mudar, você não precisa fazer nada, o teu DNA vai se alinhando com a luz aonde você esteja, não importa onde seu pai, sua mãe, seu filho, seu avô, seu bisavô e o seu tataravô estejam e toda a sua árvore genealógica. Como nós estamos dentro das leis temporais isso pode levar um tempo. O Plano da Expiação funciona assim também, quando você movimenta um sentimento de perdão este sentimento vai se alinhar com todas aquelas pessoas que estão ligadas àquela questão, porque você está movimentando luz.

Então o que vai acontecer? Todo alinhamento da luz do espírito vai começar a trabalhar numa cadeia interligada até todas as pessoas se realinharem novamente. Por quê? Quando causamos uma intriga nós nos desalinhamos com as pessoas, nos separamos, nos afastamos.

Isso também funciona assim, por isso ‘milagres são parte de uma cadeia interligada de perdão que, quando completa, é a Expiação. Funciona o tempo todo e em todas as dimensões do tempo’. Isto é a medicina que vamos desenvolver aqui mesmo, a luz. A luz na qual nós somos incluídos, às vezes um pouco apagados, mas luz. Isso vai começar quando começarmos a movimentar o perdão. Aí finalmente acontece a cura. Alguém pode dizer ‘fui lá pedir perdão e não me curei!’ Calma, deixa a coisa funcionar, isso é uma cadeia interligada de perdão, a pessoa tem que assimilar.

Eu de minha parte já me senti num estado de felicidade no momento em que eu fiz o primeiro contato o perdão já aconteceu, aconteceu o milagre, porque eu não sei o que ele fez a partir do meu gesto. Tem que completar todo o plano da Expiação.

Sei que o perdão está funcionando, não importa se alguém já passou para outra dimensão, continua funcionando, a partir do momento em que alguém acionou o processo. Então o perdão completo vai acontecer. Isto é em função de nós estarmos vivendo no tempo. Também sabemos que estamos no tempo até deixarmos de estar sujeitos às leis do tempo.

Uma história:

Dizem que Einstein já estava num nível que já não sabia mais para que lado ir. Já estava fora do tempo, por isso ele trazia todo conhecimento.

Tem uma historinha que contam assim: Einstein parou para conversar com uma pessoa. Ficaram conversando. Depois seguiram adiante. Einstein chamou a pessoa de volta e perguntou: Quando eu parei para conversar contigo, eu vinha de lá ou daqui? A pessoa respondeu: Você vinha daqui! Ele disse: Então eu já almocei!

Ele já estava meio fora, não estava muito ligado às coisas temporais, ele almoçava porque sabia que ‘saco vazio não pára em pé’. Como a criança, chega uma época você tem que fazer com que ela coma, se não ela não come. Ensinamos pra criança que ela tem que comer pra crescer, ficar pesado ...pra não ir pro Céu ainda...ficar aqui mais um pouquinho..

Participante: Às vezes numa família, o pai alcoólatra, tendo uma séria de problemas neste convívio familiar, o filho que se manifesta de modo diferente...

Jorge: Tanto na genética familiar, como na genética da humanidade, no final somos todos um só.

Na genética familiar, os pais têm uma força muito forte sobre os filhos serem dependentes e os filhos de dependentes têm uma tendência muito forte a resistirem à informação dos pais. Aquela fase da adolescência que nós nos tornamos rebeldes, a pessoa se rebela contra tudo que vêm dos pais. A maioria das pessoas passa por isso. Chega uma hora que os filhos não querem aceitar o padrão de comportamento dos pais, começam a querer que os pais mudem, ‘vocês têm que mudar, a vida não é mais assim...! Quando a gente tem setenta anos, a gente sabe que a vida sempre foi assim..mudam, mas não muda nada...!

Então, nós tentamos mudar os nossos pais, os nossos pais tentaram mudar os pais deles. Mudamos só em percepção, porque as coisas continuam sempre as mesmas. Esta época em que o jovem se rebela ele não quer assumir o padrão de comportamento dos pais, dos antepassados. Mas só esta rebeldia não resolve, passam a afirmar uma posição de inversão para aqueles valores que estão tentando negar. Mas tentar negar o valor não resolve nada. Porque começa a fazer uma força enorme ‘eu não vou ser como o pai!’ Fazer isto não adianta, porque você vai ver trinta anos depois, ele está igualzinho ao pai! Tal e qual!

Por quê?

Porque ele não fez um trabalho de cura, ele fez um trabalho de negação. Então essa rebeldia detona um processo de negação da genética. Ele não quer ser como o pai e a mãe, então fica negando e resistindo, quando ele relaxa, a mãe e o pai já não estão tão presentes, ele já tem a família dele, vai ver ele está igual. Às vezes as pessoas dizem: ‘Está igualzinho à minha vó! Você vai ser igualzinha a tua mãe! –Ah, não vou!!’

–Vai sim!

Negar é uma resistência à aceitação, se você não mudar a você mesmo, acaba sendo igual e nem se dá conta. Quando vai ver está fazendo a mesma coisa!

O que pode mudar na informação genética? Aquele que começa a trabalhar na luz. Por isso que se fala tanto em luz. Porque você realinha a luz, a luz do espírito. Se você mudou, começa a mudar tudo o que está a tua volta.

Olhe para uma lâmpada. Uma lâmpada apagada pode fazer tudo o que quiser, pode dar discurso sobre clareza, de luz, de iluminação, pode juntar multidões, não vai mudar nada!

Uma lâmpada que se acende ilumina tudo o que está ao seu redor. Se ela se acende é porque toda rede, toda cadeia de iluminação está reativada. Se não reativar isso ela também não pode se acender. É tudo um processo mais ou menos assim. Só se vêm os fios, a gente não vê a luz, se vê pela lâmpada que está lá na ponta que ilumina.

Então, quando você começa a movimentar no sentido da evolução espiritual, como nós chamamos isto, quando você começa a mudar, você muda a família inteira.

Por exemplo, uma pessoa da família mudou, o primo observa e diz: Como é que você não estoura com uma situação assim...Você mudou muito! A pessoa responde: Estou igual, só que estou me trabalhando! – O quê você está fazendo?

Como é que ele se toca de repente que fez um comentário inadequado? Porque uma das pessoas que estava no grupo se posicionou, não com palavras, só pela sua postura, que aquilo não estava legar fazer um julgamento. Imediatamente se dá conta e pede desculpas...eu não agüentei! – Quem ‘não agüentou?’

-O ego! Porque o ego tem que diferenciar, tem que fazer gracinhas, tem que julgar, tem que achar alguma coisa pra fazer piadas dos outros! Quem pediu desculpas? O Eu superior, quando ele viu que fez uma coisa incorreta. Então ele se culpou e se desculpou.

Por que ele começa a fazer isto? Porque uma das pessoas do grupo, está mudando. Esta pessoa muda o grupo, muda a sociedade, muda a sua família, ela muda tudo. É isso que fala aí e é isso que a gente começa a descobrir. Comece a mudar. A resistência dos antepassados em mudar é muito maior do que a nossa. Porque nós estamos abertos a mudar em nós. Nos nossos pais, nos nossos avós aquelas crenças estão tão cimentadas que eles tem muito medo de mudar aquelas crenças equivocadas. Eles têm medo de mudar porque têm medo de ficar sem nada.

Experimente, diga para a tua vovó:

-Vovozinha, venha morar comigo lá em casa, deixa a tua casa aí!

-Não posso! Eu vou ficar sem nada! Vou ficar sem a casa que construí junto com o teu avô!

O mundo está parado no céu, a gente tem a ilusão que a gente está seguro dentro do mundo. Se você sai fora do mundo, olha para baixo, para um lado e para o outro, não tem fundo..., não é? Como disse um irmão meu: A gente não tem medo de cair para baixo e sim para cima!! A queda para cima é pior, não tem onde se segurar, não pára nunca! É esse medo que a gente tem, de cair pra cima, é uma inversão. O ar não vai me sustentar, então ficamos bem fincados na terra.

Nós não precisamos fazer nada para mudar o outro, nós é que precisamos acender a nossa luz. Quando você começa a acender, daqui a pouco, como as borboletas que vêem em torno da luz, elas vêem em busca da luz, as pessoas vêem também em busca de luz. Vamos em busca da luz também, tudo que brilha a gente corre atrás.

É tão interessante a compreensão deste princípio, que poderíamos ficar meditando sobre ele o ano inteiro. Vamos fazer dele o nosso exercício da semana.

Exercício da Semana:

Pensar que nós podemos mudar tudo aquilo que está incorreto na nossa família e no mundo, não fazendo discursos, não tentando apontar o erro do outro, mas mudando dentro de mim alguma coisa. Porque a cada vez que eu mudo, uma lampadazinha se acende.

Livro texto
Página 46
Capítulo 3
IV.O erro e o ego
7.
Deus e Suas criações permanecem em segurança e, portanto, têm o conhecimento de que não existe nenhuma criação equivocada. A verdade não pode lidar com os erros que tu queres. Eu fui um homem que se lembrou do espírito e do conhecimento do espírito. Como um homem, não tentei compensar o erro com conhecimento, mas corrigir o erro de baixo para cima. Demonstrei tanto a ausência de poder do corpo como o poder da mente. Unindo a minha vontade com a do meu Criador, naturalmente lembrei-me do espírito e do seu propósito real. Eu não posso unir a tua vontade à de Deus por ti, mas posso apagar todas as percepções equivocadas da tua mente, se tu as trouxeres à minha orientação. Apenas as tuas percepções equivocadas impedem o teu caminho. Sem elas, só escolhes com certeza. A percepção sã induz à escolha sã. Não posso escolher por ti, mas posso ajudar-te a fazer a tua própria escolha certa. “Muitos são chamados mas poucos são escolhidos” deveria ser “Todos são chamados, mas poucos escolhem escutar.” Por conseguinte não escolhem certo. Os “escolhidos”, simplesmente, são aqueles que escolhem certo mais cedo. Mentes certas podem fazer isso agora e acharão descanso para suas almas. Deus só te conhece em paz e essa é a tua realidade.

Jorge: É um parágrafo bem extenso, tem bastante coisas para se trabalhar. Um dos aspectos interessantes é essa correção sobre “Muitos são chamados mas poucos são os escolhidos”. A gente tinha idéia que ‘escolhidos’ era Deus que escolhia, assim: ‘Um povo escolhido’, por exemplo.

Aí diz que todos são chamados. Escolhidos são aqueles que escolhem. Não há ninguém escolhendo, por isto não existe ‘um povo escolhido por Deus’. Deus não escolhe ninguém, o chamado é para todos e está o tempo todo em aberto. Então, uns escolhem ouvir antes, o que não quer dizer que os outros não vão escolher também. Tudo está de acordo com o plano, não tem nada fora do plano.

Ele diz ali que escolheu lembrar do espírito e do conhecimento do espírito, escolheu, também, não usar esse conhecimento para aumentar os erros, mas fazer a correção do erro com o conhecimento’. Muitas vezes, quando temos o conhecimento, fazemos uma compensação, temos o conhecimento e não corrigimos o erro.

Na matéria temos a impressão que Deus escolhia quem, durante a missa, poderia tomar do cálice, por exemplo. De fato eram aqueles que tinham escolhido e não aqueles que eram escolhidos.

Participante: Eu gostaria de entender melhor: “Apenas as tuas percepções equivocadas impedem o teu caminho. Sem elas, só escolhes com certeza. A percepção sã induz à escolha sã.”

Jorge: Podemos escolher duas coisas: O corpo ou o espírito. O quê nós escolhemos mais? O corpo! Voltando novamente àquela história do dízimo, nós deveríamos escolher, pelo menos 10% espírito, pelo menos isso nós deveríamos trabalhar para estar 10% no espírito. Porque o mundo puxa a gente para a matéria, praticamente 100%. Poucas são as pessoas que escolhem uma pequena porcentagem o espírito. Porque as atrações do mundo são muito fortes. O parque de diversões é um espetáculo o tempo inteiro. O que fazemos no parque de diversões? Diversão! O que é diversão? É divergir! Então, ou nós divergimos ou nós convergimos. Por isso que se diz, quando alguém volta para Deus, que ele fez a conversão.

Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil.
Eu estou aqui para representar Aquele Que me enviou.
Eu não tenho que me preocupar com o que dizer ou o que
fazer, porque Aquele Que me enviou me dirigirá.
Eu estou contente em estar aonde quer que Ele deseje,
sabendo que Ele vai comigo.
Eu serei curado na medida em que eu permitir que Ele
me ensine a curar

 

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