UM CURSO EM MILAGRES
08 DE SETEMBRO DE 2004
4ª FEIRA

MEDITAÇÃO:
Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil.
Eu estou aqui para representar Aquele Que me enviou.
Eu não tenho que me preocupar com o que dizer ou o que
fazer, porque Aquele Que me enviou me dirigirá.
Eu estou contente em estar aonde quer que Ele deseje,

sabendo que Ele vai comigo.
Eu serei curado na medida em que eu permitir que Ele
me ensine a curar.

PRINCÍPIO 48
O milagre é o único instrumento à tua disposição imediata para controlar o tempo. Só a revelação o transcende , não tendo absolutamente nada a ver com o tempo.

Jorge: Revelação é a comunicação direta de Deus. Quando você já não está conectado ao tempo. O tempo está à nossa disposição para desfazermos o erro. Quando faço algo errado preciso trabalhar mais tempo para desfazer aquilo. Por exemplo, chega no final do dia, concluí a minha tarefa e digo para o chefe “estou indo embora” e o chefe diz “espere aí um pouquinho acho que você precisa refazer uma tarefa que você fez errado”. Então tenho que ficar mais algumas horas para desfazer o trabalho que fiz errado durante o expediente. Mais ou menos com esta analogia dizemos que o tempo está à nossa disposição para fazermos a expiação que é o desfazer dos erros. O Princípio diz que o milagre é um instrumento que está à tua disposição para abreviar o tempo.

Como isso funciona? Se você sabe que o milagre está à tua disposição, tens um instrumento para abreviar o tempo, sabe que estás aqui para um aprendizado e que este aprendizado pode estender-se no tempo. Se nós utilizarmos o tempo tendo esta compreensão, o milagre como instrumento de aprendizado, ele vai encurtar o tempo do aprendizado que você teria, vamos supor, em 100 anos com os acessos intelectuais normais, você aprende em 1 minuto. Então o seu tempo de aprendizado foi encurtado em 100 anos. 100 anos em 1 minuto. Às vezes, o milagre tem efeitos no físico, mas ele sai do nível físico, acontece no nível da mente. A mente pode, depois, trabalhar no físico.

Jesus esteve aqui há 2000 anos antes de nós, tudo isto que nós estamos compreendendo aqui, agora, Ele já explicou aquela vez, mas as pessoas não conseguiram compreender , precisaram um tempo de assimilação que transcendeu, talvez, a sua própria existência. Foi passando de geração em geração, em geração, em geração...até chegarmos no ponto onde nós estamos e em que nós estamos realmente nos dedicando para aprender. Se nós aprendermos, os nossos descendentes já vão nascer sabendo, vão compreender com muito mais facilidade, se já não nascerem com esta compreensão, com este aprendizado pronto. Isto poderia ter sido aprendido naquele momento. Então, por que é que as pessoas não aprenderam naquele momento, as pessoas não querem aprender. Como diz o ditado: “Um bom mestre, já é difícil, um bom aluno é mais difícil ainda”. As pessoas seguiram Jesus, mas a maioria não aprendeu nada. De repente um tem a compreensão. Para os apóstolos compreenderem teve que acontecer um milagre, foi o Espírito Santo que trouxe o milagre, representado por uma pomba, aí compreenderam e aprenderam. O Espírito Santo faz a intermediação dos milagres, revelação quando é diretamente de Deus. Então, quando tem a intermediação do Espírito Santo, é um milagre. Por isso que diz: Só a revelação transcende o milagre, já está fora do tempo. Eles compreenderam e escreveram a Bíblia. Eles compreenderam, mas ainda não estavam no estado de revelação. É possível, como diz o próprio livro, que muito do que eles escreveram, com tudo aquilo, ainda, não conseguiram ter a interpretação correta em alguns casos e em outros casos está que eles ainda tinham medo, então, escreveram com medo algumas, tipo assim ‘a ira de Deus, o temos de Deus’. Quando a gente está com medo e não tem nada para jogar no outro, a gente joga a Bíblia, ameaçamos com a ira de Deus. Mas isso é o nosso medo, a gente tenta colocar medo no outro, quando eu não tenho arma nenhuma para jogar, eu digo ‘espere para ver, você vai ter que se acertar com a ira de Deus!’. Então, a gente tenta colocar medo no outro.

Participante: Este assunto que estamos tratando, me fez lembrar de uma história recente em que eu estive envolvida. Aconteceu assim:

O Condomínio do prédio onde moro coloca carrinhos de supermercado à disposição dos moradores. Para controle, cada morador tem um cartão, quando leva um carrinho, deixa o cartão no lugar, assim, fica fácil saber quem está fazendo uso do mesmo. Por uma distração minha, meu cartão ficou perdido. Daí uma vizinha veio me entregá-lo e pediu para que eu desse o dela e eu respondi que o dela eu não tinha. Ela realmente ficou desconfiada, pediu para ficar com meu cartão por um tempinho. Deixei, fui viajar em julho. Voltei, sempre a encontrava e ela dizia: Ah! seu cartão está comigo, vou devolvê-lo....mas ela realmente não estava disposta a devolvê-lo. Isso aconteceu durante uns dois meses. Essa situação ficou pendente pra mim. Senti que deveria "dar a perda", dar o perdão, seria melhor pra todos. Porém o fato de sempre encontrá-la e ela sempre prometendo devolver, despertava em mim um sentimento ruim, pensava “Poxa, alguém está fazendo uso do que é meu! Essa situação tem que ser resolvida”. Porém passava o tempo, ela me encontrava e a situação era a mesma. Até que um domingo à noite, o filho dela de 9 anos foi em casa com meu cartão pedindo que eu devolvesse o dele e trocássemos. Daí eu falei que ele deveria estar enganado e peguei o meu cartão, pois ele estendeu para mim. Passaram-se uns minutos, a vizinha apareceu alterada, dizendo em voz alta “Só lhe devolvo seu cartão se você der o meu! Sem isso, fico com seu...” e começou a disparar sérias acusações sobre coisas dessa natureza que acontecem em toda parte e ela já estava muito chateada, iria revidar ficando com meu cartão, mesmo que eu não tivesse com o dela. Daí aconteceu o mais interessante e proveitoso dessa história. Eu consegui ter sentimento amoroso pela pessoa. Não alterei o tom de voz, nem impus agressividade, falei para ela “Olha, sempre fui muito simpática a você e não vai ser um simples cartão que vai fazer eu brigar com você. Leve o cartão, tenha-o como seu. Sem problemas, estou lhe dando de todo coração. Vá com Deus e saiba que gosto de você!” Ela se despediu e depois de cinco minutos pediu ao filho que levasse o meu cartão de volta para mim. Dormi tranqüila durante toda a noite. Fiquei muito feliz com a minha atitude, por ter conseguido colocar em prática um pouco do meu aprendizado. Pedi milagres para mim, ofereci milagres à moça.

No dia seguinte um senhor, que mora no apartamento em cima do meu, me ofereceu três cartões que estavam com o número do meu apartamento, porque ele tinha solicitado a confecção de cartões e saíram com o número errado, ou seja, ao invés de constar o número do apartamento dele, constava o número do meu. apartamento.

Jorge: Quando você entrega para o Espírito Santo os pensamentos de ira e de raiva, você fica bem, Ele dissolve. Tudo aquilo que você não consegue trabalhar, dá para Mim, Eu dou um jeito para você . Tudo aquilo que você não consegue resolver, você vem aqui e “põe na Minha mesa!”, “deixa Comigo!” E daí você esquece! Ele resolve, dá um jeito, faz as coisas acontecerem.

Um dos sentimentos mais difíceis que o ser humano tem para se livrar é o sentimento da vingança. Este é um sentimento tão difícil, quando a pessoa tem um sentimento de vingança ela sai totalmente do estado de amor, ela está no estado pleno de ódio, de medo. O medo se tornou ódio e o ódio exige uma vingança. As pessoas dizem que a vingança tem que ser um prato servido frio, que você tem que deixar a coisa esfriar, daí você vai levando, vai levando, para fazer a vingança quando a pessoa menos espera. Enquanto você deixa passar o tempo, quem é que está com aquele sentimento? Você! Então, o que é que o Curso em Milagres diz “A vingança é Minha!” O que isto significa? Que o sentimento de vingança é muito difícil da gente se livrar. Então o que você faz? Você entrega! A compreensão que nós tínhamos antes, é que Deus iria se vingar por nós. Entrega a vingança para Deus que Ele vai puxar a orelha da vizinha. Não é isso! Ele diz “Entrega para Mim, porque eu consigo dissolver isto, você não!”

Sobre o relato que você fez, você dormir tranqüila, não foi um milagre, foi entrega. Quando você entregou a questão, o milagre foi o vizinho fazer os cartões, o milagre já tinha acontecido. É assim que acontece o milagre. Às vezes eu peço uma coisa e quando eu viro para o outro lado, a pessoa já está aqui. A impressão que se tem que aquilo só estava esperando a gente pedir, entregar. O milagre foi chegar lá e estarem os cartões.

A entrega não dissolve o fato, dissolve o sentimento que envolve o fato, é uma entrega. O milagre foi que no dia seguinte apareceram cartões. Você vê como tudo isto faz sentido. Primeiro o milagre já tinha acontecido mesmo antes de você pedir, só que você não iria receber o milagre enquanto você não entregasse. Os cartões iriam ficar lá e, provavelmente, iriam ser jogados no lixo. Isso iria se estender indefinidamente no tempo. O milagre abrevia o tempo.

Participante: Eu fui feliz, eu não estava mais com raiva.

Jorge: Dissolveu o sentimento, foi trabalhado o perdão e apareceram cartões de sobra, além daqueles que você precisava.

O milagre é colocado assim, ele é natural, não aconteceu um fenômeno, foi uma coisa natural, o vizinho tinha feito os cartões com número errado e o milagre é oferecido de um irmão para outro irmão, para aquele que temporariamente tem menos, por aquele que temporariamente tem mais.

Participante: Peço um dinheiro extra para pagar todas as minhas dívidas. Daí o dinheiro chega e não pago as dívidas.

Jorge: Você gastou o dinheiro em outra coisa e as dívidas continuam. Isto acontece muito, às vezes, as pessoas querem alguma coisa, por exemplo, ‘ah, eu gostaria tanto de participar do renascimento, mas eu não tenho dinheiro’. Digo ‘se você tivesse dinheiro, você iria, não é?’ Aí a pessoa ganha um dinheiro e não vai. Eu citei o renascimento, porque estamos envolvidos, neste momento, com a organização de um, mas para qualquer outra coisa é assim. Chega na hora, você esquece para que foi que você pediu aquilo. Outro dia eu comentei aqui como a gente pede as coisas para o pai, por exemplo, cheguei para o meu pai e disse, ‘pai, preciso de dinheiro porque a professora disse para comprar um caderno novo’. O pai me deu o dinheiro. Entre a minha casa e a papelaria, tinha uma sorveteria. Então, assim como o filho pede para o pai, nós pedimos os milagres para as coisas acontecerem, para as oportunidades nos serem dadas. Às vezes as oportunidades são dadas antes, mas a pessoa não aceita o milagre quando ele chega. Outro dia chegou uma pessoa aqui, literalmente pedindo um milagre, só que ela ficou presa no pedido, ela não conseguiu receber o milagre. Ela estava no estado de depressão, estava se sentindo muito mal. Eu disse para ela ‘vamos fazer Reiki, quem sabe você vai no Renascimento, daí quem sabe você sai disto?’ Ela disse ‘pois é, mas eu queria tanto um milagre!’ As pessoas querem um milagre assim, que desça um anjo do céu, batendo as asas, que ela veja o anjo, diga ‘Boa Tarde, eu vim te trazer um milagre, pronto, você está curado!’ Se não aconteceu o fenômeno a pessoa fica esperando, pode ficar presa no pedido, também, às vezes é isso. Porque a compreensão que nós temos de milagres, anterior ao nosso trabalho, é que o milagre é um fenômeno que tem que ter uma visão santa, instantânea, imediata.

Livro texto
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Capítulo 3 –A PERCEPÇÃO INOCENTE

VI. O julgamento e o problema da autoridade

2. Escolher julgar ao invés de conhecer é a causa da perda da paz. O julgamento é o processo no qual se baseia a percepção, mas não o conhecimento. Eu já discuti isso antes em termos da seletividade da percepção, mostrando que a avaliação é o seu pré-requisito óbvio. O julgamento sempre envolve rejeição. Nunca enfatiza apenas os aspectos positivos do que é julgado, seja em ti ou nos outros. O que foi percebido e rejeitado, ou julgado, e considerado insuficiente, permanece na tua mente porque foi percebido. Uma das ilusões de que sofres é acreditares que quando fazes um julgamento contrário a alguma coisa, ele não tem efeito. Isso não pode ser verdadeiro a não ser que também acredites que aquilo contra o qual tu julgaste, não existe. Evidentemente, não acreditas nisso ou não terias feito um julgamento contrário. No fim, não importa se o teu julgamento está certo ou errado. De qualquer forma, estás colocando a tua crença no irreal. Isso não pode ser evitado em nenhum tipo de julgamento, porque nele está implícito que tu acreditas que a realidade é tua para que seleciones dela o que quiseres.

Participante: Às vezes eu vejo uma pessoa e penso ‘mas porque ela não faz a expiação?’ Eu não tenho que julgar porque não tenho conhecimento do plano, é o meu ego que julga.

Participante: Se eu tivesse em paz, faça sol, faça chuva eu não julgaria. O julgamento é a perda da paz. Estamos aprendendo, vamos julgar muito ainda.

Participante: Me chamou atenção quando diz que o que eu julguei permanece na minha mente porque foi percebido. Se julguei, passam os anos e isto vai permanecer comigo.

Jorge: Tenho que dissolver isto na minha mente.

O que pode ser apresentado com a representação do homem e do espírito é: O que está em baixo é igual ao que está em cima. Então veja, o homem está em baixo, o homem está separado do espírito, mas não está desligado, esta ligação é impossível de se desfazer. A conexão pode estar tênue , a tua ligação espiritual pode estar tênue, mas não há como se desligar do espírito. Quando nós olhamos para baixo, fixamos para baixo o foco de visão fecha, porque você está olhando com uma lente côncava. O Espírito olha para baixo com uma lente convexa, então Ele vê o plano todo. Nós fechamos o nosso foco em alguns aspectos nós não conseguimos perceber todo o plano. Por isto o nosso julgamento sempre vai dar errado. Já na semana passada trabalhamos isto, é de difícil compreensão, como é que eu vou fazer para não julgar, uma vez que vou continuar percebendo. Pensei sobre isto durante esta semana e me veio o seguinte: A percepção acontece, sem dúvida, o que devo fazer é usar a percepção para imediatamente ativar a correção, sem julgar. Por exemplo: Eu vejo que a Raquel fez uma coisa errada, percebo que ela fez uma coisa errada. Eu posso escolher corrigir ou julgar. A percepção é o primeiro impulso, é a primeira idéia, primeiro contato que a gente tem com o fato, o segundo é a tua escolha. Como você vai usar a percepção, para julgar ou para corrigir? Naquela anedota do médico que eu contei na semana passada, o que o médico fez? Ele não fez nenhum julgamento ele fez imediatamente a correção. Esta foi a intenção de ter contado aquela anedota, para ver como a gente faz, pois poderia ficar julgando e depois fazer a correção. Se eu digo: “Olha isto aqui! está tudo errado..!teria que ser feito assim...!” . O que é que eu estou fazendo? Estou julgando! É muito forte. Se percebo o erro, e vou perceber, começo a trabalhar para fazer a correção, ao invés do julgamento, ao invés da crítica, ao invés de fazer comentários, como sinônimo de julgamento.

Outro dia eu estava numa confeitaria e na mesa ao lado da minha havia uma mesa com 3 pessoas. Uma das pessoas falava alto e a cada dois ou três julgamento, a respeito de uma pessoa, que não estava presente, dizia “eu não estou julgando, estou apenas comentando”. Comentários é um nome que se dá quando não se quer assumir que está julgando, é a mesma coisa. É isto que nós temos que começar a perceber. Por quê? Porque quando nós julgamos a nossa mente fica presa aquele fato, aí nós temos que nos livrar disto um dia, nós temos que nos livrar de toda essa coisa. Nós vamos ficando cansados, pesados, enfraquecidos de tanto carregar estas coisas. Eu digo para vocês outra vez, o que pesa não é o corpo é a consciência. Na nossa consciência é o lugar onde está o registro de todas as nossas percepções que ficam ali registradas quando fica alguma coisa em aberto. O julgamento, o comentário abre, fica uma coisa aberto.

Imaginem que aquele exemplo que citei da confeitaria, se a pessoa alvo dos comentários, ou melhor dizendo dos julgamentos, se ela aparecesse e ficasse bem atrás, de repente ela diz “Hei, eu estou aqui!”

A gente faz e o julgamento e fica com medo. Temos medo que a pessoa fique sabendo e depois venha nos cobrar explicações. Depois que fez o julgamento, fica preso naquilo. Nós vamos acumulando, um medinho daqui, um medinho dali, um medinho de cá, quando vê a gente está com um entulho de coisas que nós não conseguimos dar solução, tudo guardado na nossa mente, julgamento críticas ou comentários que a gente faz.

Então, a percepção, da maneira como eu compreendo, neste momento, este Parágrafo, ela vai acontecer igual. Teríamos que andar com os olhos vendados, com a boca fechada, assim por diante.

Participante: A gente não julga ninguém por uma hora, duas horas, mas de repente a gente julga, é um exercício contínuo, não é assim que acontece?

Jorge: Sim. Até o dia do último Julgamento. Você põe um cartaz lá na parede escrito: “Estou há tantos dias sem julgar nada!” É muito difícil, porque a gente vive no mundo das percepções, com está aí no livro, das percepções vamos para o julgamento e a gente não consegue sair fora disto. Adianta você não julgar daqui para frente, mas tem que desfazer o que já julgou, daqui para trás.

Pensei mal de você, fiz julgamentos e na hora que vejo que o julgamento está errado eu preciso pedir perdão, julguei equivocadamente.

O empréstimo abre uma dívida, a dívida é uma divisão, aprender a não emprestar mais, dá logo! Se você sabe que se você emprestar, você vai ficar preso à dívida, então não empresta. Tem um ditado que diz assim: Quem dá aos pobres empresta a Deus e quem empresta aos pobres dá Adeus! A pessoa vem e pede um dinheiro emprestado, se eu não tiver dinheiro para dar, para emprestar eu também não tenho. Porque se eu emprestar para pessoa eu vou ficar preso naquilo.

Por exemplo, alguém me pede 500 reais emprestado, eu digo, eu tenho 500 reais, mas você tem que me devolver até o dia 30, quando vence o aluguel. No dia 30 vão haver três pessoas mal, a pessoa que não tem o dinheiro para me pagar, eu porque não recebi o dinheiro de volta e o proprietário do imóvel que esperava receber o aluguel.

MEDITAÇÃO:

Eu estou aqui só para ser verdadeiramente útil.
Eu estou aqui para representar Aquele Que me enviou.
Eu não tenho que me preocupar com o que dizer ou o que
fazer, porque Aquele Que me enviou me dirigirá.
Eu estou contente em estar aonde quer que Ele deseje,

sabendo que Ele vai comigo.
Eu serei curado na medida em que eu permitir que Ele
me ensine a curar.

 

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